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Início da Quaresma e Campanha da Fraternidade 2015

Celebração na Catedral de São José do Rio Preto


cartaz_cf2015Para celebrar o início da Quaresma, a diocese de São José do Rio Preto celebrou no dia 18, às 11h, direto da igreja Catedral de São José, a abertura da Campanha da Fraternidade 2015 com o tema ‘Fraternidade: Igreja e Sociedade’ e o lema “Eu vim para servir” (Mc 10,45). A celebração eucarística foi presidida por Dom Tomé Ferreira da Silva e concelebrada pelos padres da diocese. Durante a celebração houve a distribuição de cinzas.


Fotos da celebração:




































Mensagem do Papa Francisco para Quaresma 2015

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2015« Fortalecei os vossos corações» (Tg5,8)




Amados irmãos e irmãs!

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um « tempo favorável » de graça (cf. 2 Cor6,2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: « Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro » (1 Jo4,19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença. Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar. A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5,6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida. Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação. 

1. « Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros » (1 Cor12,26)– A Igreja. 

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa « tem parte com Ele » (cf. Jo 13,8), podendo assim servir o homem. A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. « Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria » (1 Cor12,26). A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação. 

2. « Onde está o teu irmão? » (Gn 4,9)– As paróquias e as comunidades 

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc16,19-31)? Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções. Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura--se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofre e geme, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: « Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas » (Carta254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração. 
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens. Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf.Act1,8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira. 
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença! 

3. « Fortalecei os vossos corações » (Tg 5,8)– Cada um dos fiéis 

Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência? Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração. Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum. E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. 
Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos. Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro. Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: « Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso » (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença. 
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde! 


Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de Outubro de 2014

Abra seu coração ao amor de Deus

O pecado nos afasta de Deus e faz com que nos afastemos d’Ele
“Adão e sua mulher esconderam-se do Senhor Deus no meio das árvores do jardim” (Gênesis 3, 8).
Meus queridos irmãos e irmãs, quando meditamos a Palavra de Deus no capítulo 3 do livro do Gênesis, entendemos melhor a origem do mal, que é a origem do pecado na vida da humanidade com todas as consequências e desastres que ele provoca em nós.
A serpente é o símbolo do tentador e do mal, astuta, silenciosa e calma no primeiro momento. Quando ela pode, dá o seu bote e nos atinge com seu veneno. Sabemos que o veneno da cobra é realmente perigoso, se não nos purificarmos dele, ele nos levará à morte. Por isso de forma astuta a serpente chega até a mulher para lhe oferecer o fruto da árvore que Deus a havia proibido de comer.
A malícia do mal chega em nós para, primeiramente, criar questionamentos em nosso coração para desobedermos a Deus, duvidarmos de Sua Palavra e para interpretarmos de forma bem “light” aquilo que Deus disse, sempre que afirmamos: “Não, não é bem assim não!”. Dessa forma astuta e maliciosa a serpente chega ao coração da mulher fazendo-lhe outra proposta e apresentando-lhe outras coisas. O pecado, a tentação, nunca chega em nossa vida como uma coisa negativa. É sempre uma desfiguração daquilo que é real, é o mal que vem revestido de bem, é o erro que vem como se fosse algo certo. É sempre uma ilusão toda e qualquer forma de pecado. A tentação tem a meta de nos enganar e de nos tirar do coração de Deus.
Muitas vezes, nós somos serpentes na vida dos outros e até nos colocamos acima de Deus ao fazer-lhes propostas para os iludir e para os enganar, e para parecer que somos uma coisa, quando, no fundo, somos outra. E sempre que lhes dizemos: “Deixe de ser bobo! Deixe de ser quadrado! Faça o que vai lhe fazer bem!”. Assim, as pessoas se iludem e acabam se entregando aos devaneios, às paixões, às ilusões, ao pecado e ao que é errado, crendo que finalmente se libertaram e encontraram o sentido para viver. Mais tarde, o preço que se paga é muito alto, não porque Deus nos castiga, mas sim porque o pecado por si mesmo já traz seu preço e suas consequências.
Adão e Eva se escondem de Deus, envergonhados. Quantas vezes nós também nos escondemos d’Ele e O ignoramos porque os pecados vão se acumulando em nós! Nós, muitas vezes, tornamos o pecado algo normal e comum, e já não temos mais consciência do que ele provoca em nós. Desse modo, nós não somos mais capazes de entrar em confronto com Deus e com Sua Palavra para que melhoremos. O pecado nos afasta e nos leva a nos escondermos do Senhor.
No paraíso, os olhos de Eva e Adão se abriram, perderam a inocência e começaram a ver a maldade que não conheciam. As crianças pequenas são felizes, choram quando são contrariadas, mas não conhecem a maldade do mundo. E quando os olhos dela começam a se abrir outros desejos começam a fazer parte de seu coração. E assim acontece conosco à medida que abrimos nossa mente não para a verdade, mas sim para aquilo que o mundo nos apresenta como ilusão, como engano e sedução; quando a maldade e outros desejos entram em nossa alma.
A causa primeira do pecado é a desobediência a Deus, o que significa viver o contrário do que Ele nos ensina e vivermos do jeito que o mundo nos ensina.
Que Deus nos liberte e abra os nossos olhos para enxergarmos o mal que o mundo nos fez e para que  enxerguemos também o bem, a verdade e o amor de Deus. Que não tenhamos mais vergonha e não fujamos mais de Deus.
Deus abençoe você!

Crisma Fest


“No peito eu levo uma cruz, no meu coração o que disse Jesus...” Seguindo este refrão da música do Pe. Zezinho é que foi conduzido o II Crismafest da nossa diocese no dia 03 de junho na cidade de Jaci. Na verdade a festa começou o sábado, dia 2, quando durante a missa das 19:30hs o padre fez o envio dos crismando e catequistas que participaram do Crismafest.Nossa paróquia foi representada por 17 crismandos da segunda etapa, 3 crismandas e 4 catequistas.
Foi uma festa muita animada com a participação de bandas grupos de teatro, grupos de dança, depoimentos, testemunhos vocacionais, momentos de oração e a presença incansável dos freis franciscanos de Jaci.   
O objetivo desta festa foi mostrar aos jovens que eles não estão sozinhos nesta caminhada de seguimento de Jesus, muitos outros jovens estão no mesmo caminho e também motiva-los na participação na Jornada da Juventude que acontecerá no próximo ano (2013) na cidade do Rio de Janeiro.    

3º Congresso Missionário Nacional


Com o tema “Discipulado missionário: do Brasil para um mundo secularizado e pluricultural, à luz do Vaticano II” e lema “Como o Pai me enviou, assim eu vos envio (Jo 20, 21)”, Palmas (TO) sedia nos dias 12 a 15 de julho, o 3º Congresso Missionário Nacional, evento que deve reunir 600 pessoas de todas as regiões do país.
Realizado pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) e demais forças missionárias da Igreja Católica no Brasil: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB); Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB); Conselho Missionário Nacional (Comina) e Centro Cultural Missionário (CCM), o 3º CMN tem por objetivo preparar as lideranças missionárias para o 4º Congresso Missionário Americano (CAM 4) que também é o 9º Congresso Missionário Latino-Americano (Comla 9), que serão realizados em Maracaibo, Venezuela, em 2013.
Outra reflexão importante e central durante o evento brasileiro será o mundo secular e pluricultural em que vivemos hoje e o papel da dimensão missionária nessa nova realidade. Segundo o presidente da Sociedade dos Catequetas Latino-americanos, irmão Israel José Nery, é preciso rever práticas enquanto Igreja essencialmente missionária. “Diante da realidade do mundo em mudança é preciso, sem dúvida, rever em profundidade o significado de missão e de evangelização e, consequentemente, de discípulo missionário”, diz Nery que contribui para a reflexão acerca do tema para o Instrumento de Trabalho do evento.
O presidente da Comissão Episcopal para a Animação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Arthur Braschi destaca a sua importância do 3º CMN para a Igreja no Brasil. “O 3º CMN é de suma importância para a nossa Igreja. Ele se insere nas preocupações da Igreja como forma de transmissão da fé para as novas gerações de famílias e novas comunidades desse nosso mundo secular e pluricultural”, sublinha.
Já o arcebispo de Palmas (TO) dom Pedro Brito Guimarães, presidente de honra do evento, deixa sua mensagem lembrando-se dos preparativos que ainda há pela frente. “Estamos em contagem regressiva para este grande evento que será um divisor de águas para a Igreja no Brasil, portanto, Conselhos Missionários Regionais, Conselhos Missionários Diocesanos, paróquias, congregações, associações, vamos nos organizar para os últimos preparativos deste Congresso. Ele, sem dúvida será um encontro para fortalecer questões que precisam ser evidenciadas na Igreja no Brasil”, destaca.
Durante os quatro dias de Congresso serão ainda abordados temas como o discipulado no Brasil e no mundo; as contribuições do Concílio Vaticano II para a dimensão missionária, 50 anos após a sua realização e, o discipulado missionário ad gentes (além-fronteiras) no Brasil e no mundo.
Para o diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti, o evento é um tempo propício para a troca de experiências missionárias, para observar como a dimensão missionária acontece em todas as regiões do país e além-fronteiras, bem como para conscientizar mais sobre a importância das missões. “O encontro vai possibilitar a união de forças missionárias da Igreja no Brasil, vai criar um novo ardor e uma nova força para todos os trabalhos missionários, assim como nos levará a celebrar e fazer com que os participantes tenham a oportunidade de partilhar seus testemunhos e voltar para casa mais animados”.
Fonte:http://www.pom.org.br